segunda-feira, 9 de maio de 2011

Nova edição de "Iluminado" apresentado ontem.


A 8ª Feira do Livro de Vizela foi palco, na noite de domingo, da apresentação da nova edição de “Iluminado” de Hélder Magalhães.

Uma obra que para o autor tem um significado especial, uma vez que se baseia no seu testemunho sobre a luta que travou, em jovem, contra um cancro: “Esta obra, tal como indica o subtítulo, é um renascer para uma nova vida, para algo que tinha ficado parado”.

Feliz por participar na Feira do Livro e por estar perto da população, Hélder Magalhães defende que “através da escrita se consegue descobrir facetas e características dentro de cada um que, à partida, as pessoas desconhecem”.

Expectante quanto às vendas desta nova edição de “Iluminado”, o tagildense garante, no entanto, que “escreve diariamente” e quanto ao futuro o autor não esconde que “gostaria de editar um novo trabalho no campo da poesia”.

“Iluminado” foi apresentado por Alice Abreu, docente na Escola Secundária de Vizela, “devido à empatia existente entre autor e professora resultante da primeira edição desta obra e que desde então trouxe grandes conversas entre ambos”, salientou o vizelense.

De salientar apenas que, com o “Iluminado” Hélder Magalhães vai andar a percorrer algumas escolas para falar do seu livro e ainda este mês vai estar no Instituto Português de Oncologia, no Porto, para deixar a sua mensagem de esperança presente na obra.

http://www.radiovizela.pt/noticias/local/8942-Nova-edio-Iluminado-apresentado-ontem.html

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Iluminado. o renascer


"Sinopse: Num discurso notada e declaradamente de catarse, Helder Magalhães leva-nos a esquecer essa condição, através da fluidez e ritmo com que impregna este seu livro. Uma viagem pelo sofrimento, mas, e sobretudo, pelo objectivo: viver. Um livro para quem a desistência não é opção."

Quem desejar adquirir o livro pode entrar em contacto comigo, através do e-mail iluminado9@gmail.com, e terei todo o prazer em enviar o mesmo pelo correio, com uma mensagem de agradecimento.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

um.


oiço a chuva cair lá fora sobre as folhas amarelecidas das videiras
e pingar pelas uvas em cacho quase maduras.

penso: o teu corpo nu.

e os meus dedos a escorrer em carícias
a intumescer cada poro da tua pele morena.

a água morna a escorrer
aos sentidos em volúpia incandescente.

o desejo emana lascivo
aos poros ávidos.

há carícias em corrente fogo
a desaguar na foz do incêndio.

entrega plena dos corpos amantes.


quinta-feira, 13 de maio de 2010

seio-amor

há na madrugada um abandono ao vazio. como se o coração rasgasse o peito ao corpo nu, sob o pulsar da noite, indo ao teu encontro, seio-amor. e a chuva rebate contra a vidraça quando te beijo na intimidade do silêncio.

quinta-feira, 25 de março de 2010

estrela do mar


Como se percorrêssemos a praia em silêncio e uma estrela do mar beijasse o sorriso aos teus lábios. O sol ao horizonte a nascer em chama ardente, sobre o azul mar profundo. E a maré a encher ao peito, sob o palpitar amor em murmúrio, que se inflama ao sopro do beijo.

Choves em mim e o teu perfume escorre-me pelos poros da pele.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

húmido escorrer


O temporal abate-se sobre a manhã. O corpo ainda adormecido estremece. Pelas paredes da vidraça, intensas gotas de chuva escorrem demoradamente, intumescendo cada poro. Sob a fúria do vento que sibila intempestivo à porta, acende-se a incandescência nos sentidos. Prolonga-se o teu nome aos lábios na ardência dum suspiro.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Invictus



"Invictus" is a short poem by the English poet William Ernest Henley (1849–1903). It was written in 1875 and first published in 1888[1] in Henley's Book of Verses, where it was the fourth in a series of poems entitled Life and Death (Echoes).

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.

(wikipedia)

Um momento soberbo de aprendizagem de vida.